Anos atrás, blogs, sites e revistas de tecnologia começaram a noticiar o grande potencial da Internet das Coisas (Internet of Things, ou IoT, em inglês), ressaltando como as empresas de tecnologia e instituições governamentais poderiam aproveitar a ampla rede de objetos conectados para dar origem à casa inteligente, e assim facilitar o dia a dia das pessoas. Muito tempo se passou, e hoje vemos a Internet das Coisas se tornar realidade e cada vez mais popular mesmo ainda estando em seus estágios iniciais de desenvolvimento.

Até o número de anedotas sobre geladeiras e outros aparelhos domésticos reduziu drasticamente, já que muitas dessas tecnologias passaram a estar disponíveis no mercado e ser adotadas em todos os lugares do mundo. Mas junto com a evolução da IoT nos últimos tempos, cresceu também a ideia equivocada de que suas soluções são caras e pouco acessíveis. Porém isso não é verdade, já que elas estão presentes em residências de todos os tamanhos, e não somente em mansões luxuosas.

Além disso, você não precisa investir quantidades absurdas de dinheiro para contar com tecnologias que facilitem o seu cotidiano e ainda ajudem a reduzir custos e a melhorar sua eficiência energética. Graças a essa acessibilidade, cada vez mais pessoas estão adquirindo dispositivos conectados mesmo que não desejem automatizar a casa toda. Tanto é que a IoT poderá adicionar até US$ 6,2 trilhões por ano na economia mundial até 2025, segundo o McKinsey Global Institute. Nesse post você vai entender porque a Internet das Coisas está se tornando mais acessível e como a casa inteligente é uma realidade cada vez mais próxima.

Por quê a casa inteligente está ficando mais barata?

Grande parte dos especialistas em tecnologia concorda que a Internet das Coisas é uma tendência sem volta. De acordo com a consultoria Gartner, o número total de “coisas” comerciais, industriais e ligadas ao consumo crescerá para 26 bilhões de unidades até 2020, o que representa um aumento de quase 30 vezes se comparado as 900 milhões em 2009. A verdade é que ela está “explodindo” no mundo inteiro, e não é muito difícil explicar o porquê disso estar acontecendo.

A cada ano que passa, os sensores, chips e outras tecnologias necessárias para manter os dispositivos conectados se tornam mais baratos. Com isso, o custo de desenvolvimento das soluções também é reduzido, impactando no preço final do consumidor. Mas nem sempre foi assim: até pouco tempo atrás, para contar com a facilidade proporcionada pela IoT uma pessoa precisava automatizar a casa toda, pois ela dependia de CLPs (Controladores Lógicos Programáveis) e equipamentos caros e robustos que precisavam ser importados.

Isso elevava bastante o custo para tornar uma casa mais inteligente. Por isso, grande parte da população não tinha acesso aos dispositivos modernos que geram conforto e praticidade. Mas hoje a casa inteligente está bem mais acessível, e você ainda tem a possibilidade de começar a automatizar sua casa aos poucos, com apenas alguns dispositivos. Além disso, determinadas soluções – como as lâmpadas inteligentes – são capazes de ser ativadas apenas quando for necessário, contribuindo para a redução dos custos com energia elétrica.

Qual dispositivo escolher primeiro?

Uma casa inteiramente automatizada permite que os moradores, com um único comando, fechem as cortinas, apaguem todas as luzes, desliguem aparelhos de ar condicionado e gerenciem as ferramentas de segurança. Mas nem todo mundo precisa automatizar a residência toda. Enquanto algumas pessoas necessitam de um sistema completo de automação residencial, outras precisam apenas de uma lâmpada inteligente na sua sala de estar, para que assim possam apaga-la ou reduzir sua intensidade na hora de assistir a uma série de TV.

Por isso, na hora de automatizar sua casa, pense nas suas necessidades. Dessa maneira, você poderá criar uma alternativa que seja adaptada ao seu dia a dia ou da sua família. Mas caso queira automatizar a casa toda, você pode fazer isso aos poucos. Comece adotando uma lâmpada inteligente para a sua cozinha, quarto ou escritório, pois ela tem um custo extremamente acessível, economiza até 80% de energia e ainda dura 25 vezes mais do que lâmpada incandescente.